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» » » CoD, Battlefield e o Exército Gringo


alexdias 06:35 0
























*o Tio-Sam quer que você pratique muito pow-pow-pow pei-pei-pei !!!

Passamos cerca de 20 anos sob influência do domínio japonês no mundo dos games, que reinaram em sua cultura de espadas, nobres guerreiros, dragões, deuses caídos e elfas peitudas, desde a distante era de ouro dos consoles 8 bits. Mas em 2006, uma nova era para os videogames começou, com um tal de Xbox 360 da Microsoft, plantando a semente do então "american way of games" de se jogar. O X360 trouxe para a sala um gênero de game que até então só existia nos PC's, imortalizados pelo clássico Counter-Strike: os FPS (tiro em primeira pessoa)

Polêmicas relatando os abusos dos jogos violentos e subversivos não são coisa de hoje, mas o assunto é cada vez mais controverso, devido ao "realismo" apresentado no ditos "jogos adultos" - maioria representado pelos tais FPS, onde a dupla Call of Duty/Battlefield reina absoluta. Mas até onde tais games podem influenciar crianças e adolescentes? As forças armadas norte-americanas (mestres na manipulação de massas) sabem deste potencial e a anos utilizam isso em favor próprio: é o que diz
as teorias contidas no livro "War Play: Video Games and the Future of Armed Conflict" -  do professor Corey Mead

O contexto dos games de guerra se encaixam como uma luva na percepção do exército norte-americano: o soldado do presente (e do futuro) não é mais somente um pau-mandado que simplesmente atira e obedece ordens. O soldado so século 21 precisa pensar e tomar decisões no campo de batalha, em tempo real, utilizando do que há de mais avançado em tecnologia de equipamentos de combate; e isso exige uma nova abordagem de treinamento e configuração cerebral.

"Pela primeira vez em sua história, as Forças Armadas querem ensinar até mesmo a recrutas não apenas o que pensar, mas como pensar - e os videogames mais a simulação em VR são uma ferramenta óbvia, por incentivar estratégias, tarefas múltiplas e vencer as limitações de um treinamento que, às vezes, não passa de oito semanas" - segundo palavras do autor do livro, Corey Mead.



Antes as guerras eram travadas e decididas através de tanques, trincheiras e bombardeiros; hoje, um conflito pode ser resolvido com o apertar de alguns botões dentro dum bunker seguro, através de drones e misseis balísticos...

Depois do fracasso nas campanhas no Iraque, os militares decidiram usar uma nova abordagem, fechando parcerias com escolas para recrutar novos jovens recrutas direto na fonte. O game America's Army (financiado pelo próprio exército), o UrbanSim (simulador táticas militares em ambiente urbano) e o Virtual Iraq/Afghanistan (um simulador de terapia para soldados com traumas pós-combate) são exemplos desta complexa relação entre as forças militares e os jovens civis, futuros soldados "defensores da liberdade"...

"Os games de tiro seriam Cavalos de Troia para atrair e treinar jovens para as forças-armadas, e torna-los fascinados por armas?" - se questiona o jornalista Simon Parkin, do site Eurogamer. É muita coencidência a integração de simuladores-de-guerra para civis, principalmente se considerarmos a franquia Call of Duty - o game mais vendido nos últimos seis anos, ser o carro-chefe destes jogos-de-guerra.





















* é assim que se sente a turminha do CoD/ BF

A tese  de Corey Mead fecha o livro prevendo um futuro onde os conflitos armados serão perfeitamente simulados em ambientes virtuais, e a tecnologia será o grande mestre das guerras - e os proprios games de tiro enfatizam essa teoria.

Postado por Alexandre NinjaDog
Matéria oroginal publicada no portal Gameworld


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