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» » » A Volta do Vinil?


Fabricio Piton Prior 15:00 0


 

O vinil era top de linha na minha infância, mas quando cheguei a adolescência criaram os CD's e logo aqueles bolachões pretos com aquelas capas super bem trabalhadas começaram a dar lugar a era do som digital, mas nunca sumiram do mundo underground. Não demorou muito surgiram os formatos como o MP3 e  passamos a armazenar nossas músicas favoritas de uma outra forma.
Mas olha só que noticia legal, os bolachões estão de volta, mais colecionáveis do que nunca e super estilosos. As bandas mais novas estão voltando a produzir neste formato, a exemplo de Pitty e Fernada Takai, ex Patofu, e a nova geração já começa a consumi-los. 

Os LP das cantoras integra a primeira leva da retomada da única fábrica de vinis do país, a Polysom. Fechada desde 2007, a empresa foi comprada no ano passado pela gravadora Deckdisc. De olho no aumento das vendas do gênero nos Estados Unidos e na Europa, a empresa vislumbrou na aquisição a chance de impulsionar o mercado por aqui também. No mês de março, as cantoras Pitty e Fernanda Takai e as bandas Nação Zumbi e Cachorro Grande se reuniram na Livraria Cultura do Conjunto Nacional para celebrar seus lançamentos em 12 polegadas. Garotos barbudos com visual retrô e garotas gritando por seus ídolos aguardavam na fila de autógrafos sacudindo os bolachões, no melhor estilo dos anos 60 e 70. 

Os entusiastas do vinil dizem que a tecnologia digital deixou o som mais “frio”. E as capas grandonas valorizam o trabalho gráfico. Por isso, o mercado de raridades, que nunca chegou a sair de moda, está em alta. Entre os endereços dos aficionados está a galeria Nova Barão, no centro de São Paulo. Travessa da Rua Sete de Abril, ela fica a céu aberto e é decorada com canteiros ajardinados e pisos de mosaicos ou pastilhas. No 2º andar, há onze lojas especializadas que não lembram em nada os sebos empoeirados. Chamam atenção pela limpeza, organização do acervo e boa vontade dos atendentes. As opções vão de clássicos de Miles Davis a obscuras bandas de rock progressivo italiano. 

Em Pinheiros, um antigo reduto dos fãs de bolachões reabriu em novembro. Garimpo de Ed Motta e do ex-titã Charles Gavin, a Marché Discos havia fechado em 2007, quando seu dono, Mário Gabbay, decidiu vendê-la e mudar-se para o interior. A saudade de São Paulo e dos amigos, porém, falou mais alto, e ele retomou o negócio no mesmo local, sob novo nome: Noel Discos. Aos sábados, a loja é ponto de encontro de quem deseja matar a saudade de antigas versões em vinil e do bom papo de Gabbay.

Fonte: Veja São Paulo

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